Se o NPS já está caindo, automatizar o atendimento não melhora a experiência. Só entrega a experiência ruim para mais gente, em menos tempo.
Se a proposta é fraca, gerar dez vezes mais propostas não aumenta a conversão. Aumenta o desgaste da marca na mesma proporção.
Entre 25 fatores organizacionais testados pela McKinsey, o que mais impacta o EBIT é o redesenho de processo. Apenas 21% das empresas fizeram isso.
Ferramenta implantada sem mudança de processo entrega de 10% a 15% de ganho de produtividade. Com o redesenho do processo, de 30% a 50%. (BCG)
Não vendemos entregável. Movemos indicador. Estes são os cinco que passam pela nossa mesa antes de qualquer decisão de tecnologia.
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Nenhuma dessas linhas é abstrata. Todas compõem o EBITDA.
Entre 25 fatores organizacionais testados pela McKinsey, o redesenho de processo é o que apresenta maior correlação com impacto no EBITDA. Apenas 21% das empresas fizeram isso.
Dez anos em consultoria estratégica na Bain & Company, com passagem pelo World Food Programme das Nações Unidas, em Roma.
Liderou pré-venda e performance comercial de seis produtos na Arco Educação, e a diretoria de performance e GTM de uma operação de logtech.
Desenha máquina comercial há uma década. Sempre com o número na frente, e sempre em campo.
Fundador da MNO Estúdio, onde constrói estratégia de marca para empresas B2B. Antes, head de marketing em tecnologia.
Trabalha na fronteira entre identidade e operação: marcas que deixam de ser apresentação e viram processo que o time roda todo dia.
Constrói o que faz a estratégia sobreviver ao contato com a rotina.
Existe uma quantidade absurda de valor preso dentro de operações que ninguém redesenhou. Processos que nasceram numa realidade que já passou e continuaram funcionando por inércia, sustentados por gente competente compensando um desenho ruim com esforço.
Enquanto isso, o mercado inteiro comprou tecnologia. Ferramentas caras, promessas grandes, e o mesmo processo por baixo. O resultado é previsível: mais velocidade sobre o que já não funcionava. A empresa moderniza a superfície e mantém o gargalo intacto.
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De um lado, estratégia que entende de negócio mas não sabe construir. Do outro, tecnologia que sabe construir mas não entende o negócio. No meio, um tradutor. E é sempre no tradutor que o projeto morre.
A gente juntou as duas metades numa mesa só. Estratégia de crescimento e arquitetura de marca operando na mesma conversa, com tecnologia aplicada de verdade e não em apresentação. Não é um time maior. É um cérebro que enxerga o problema inteiro de uma vez.